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44 ativistas dos barcos do Greenpeace Esperanza e Arctic Sunrise fazem um apelo pessoal
Aumentar a ImagemAtivistas como Texas, Andrew, Lally, Nathan, Mikey, Phil e todos os outros da campanha Defendendo Nossos Oceanos fizeram tudo que puderam. Eles salvaram baleias. Eles diminuíram a caça. Eles alertaram milhões de pessoas em todo mundo sobre o assassinato das baleias que testemunharam na região da Antártida. Agora depende de nós tomar uma atitude e agir com o que eles nos mostraram – e terminar o serviço.
Eles passaram 61 dias no mar, metade deles na frente de arpões. Viram quebrar e tiveram de consertar todos os barcos pelo menos uma vez. Foram golpeados. Arpões com explosivos foram apontados para suas cabeças. Nossos ativistas arriscaram suas vidas nas geladas águas da Antártida e passaram suas temporadas de férias longe de seus familiares e amigos para tentar salvar baleias. Aqui está uma mensagem do líder da expedição Shane Rattenbury para os defensores dos oceanos e todos aqueles que fizeram parte dessa excitante campanha nos últimos meses:
Em termos de logística não podemos mais ficar nos Mares do Sul, mas certamente essa não será a última vez que você ouvirá falar de nós. A tripulação de 57 pessoas nos barcos do Greenpeace quer agradecer a todos que apoiaram nosso trabalho aqui escrevendo cartas de apoio a jornais e websites, e também agradecer aos nossos milhões de colaboradores financeiros individuais em todo o mundo. Agradecer ao nosso novo e rápido barco, o Esperanza, com o qual pudemos acompanhar os baleeiros o tempo todo, e não poderíamos estar aqui sem esse apoio. Há exatamente um mês nós temos atrapalhado, atrasado e interrompido a frota baleeira no Santuário de Baleias dos Mares do Sul, e não temos dúvida que eles não chegaram nem perto do objetivo de abater 935 baleias Minke e 10 baleias Fin, espécie ameaçada de extinção. Nossa esperança é que essa luta inspire as pessoas a nos ajudar a defender as baleias, para que entre na história que essa foi a última vez que o pacífico silêncio do Santuário foi quebrado pelo som dos arpões armados de granadas.
A caça às baleias não é apenas uma preocupação para governantes e encontros secretos de políticos. Há um grande negócio envolvido nisso. A caça às baleias pode não ser lucrativa, mas você ficará surpreso ao descobrir que ela tem conexões com famosas empresas de pescados. Pedimos que você nos ajude a interromper a caça às baleias.
Muitas empresas fora do Japão são de propriedade ou têm contratos com a Nissui, a corporação que é dona de um terço da Kyodo Senpaku, por sua vez dona da frota de baleeiros. Queremos expor exatamente como os baleeiros lucram através do peixe que você compra, e pedir que essas empresas se dissociem definitivamente da caça às baleias. A Nissui precisa saber que caçar baleias é ruim para seus negócios.
Quando você se registra como um Defensor dos Oceanos, enviamos para você informações sobre quem são essas companhias e como você pode pressioná-las.
Na Argentina, os ativistas convenceram uma empresa popular de frutos do mar e peixes a cancelar os contratos com a Nissui. Em apenas dois dias, mais de 21 mil ciberativistas contataram a companhia e baixaram adesivos para colar nos produtos da Santa Elena em supermercados, evidenciando, assim, que a empresa estava envolvida na matança das baleias. Nos Estados Unidos, a gigantesca Gortons, empresa de propriedade da Nissui, recebeu quase 40 mil cartas vindas de todas as partes do mundo.
E enquanto continuamos a pressão nesses alvos, estamos abrindo um novo front com a Sealord, uma empresa de pescados baseada na Nova Zelândia que é 50% propriedade da Nissui. A Sealord vende para distribuidores de produtos do mar em todo o mundo. Nós iremos procurar os produtos associados ao lucro com as baleias onde quer que eles sejam vendidos.
Quer se lembrar a que nós pedimos que você se oponha?
Veja este vídeo de uma baleia Minke levando mais de meia hora para morrer.
Quer saber o quanto estamos empenhados em encerrar essa caça?
Veja um arpão passar a um metro das cabeças de nossos ativistas e veja um deles sendo derrubado nas águas geladas da Antártida.
Quer ter certeza de que você não é único que irá fazer algo a respeito?
Dê uma olhada nos comentários no weblog (em inglês). Estamos formando um exército não-violento de pessoas de todo o mundo. Sozinhos somos uma gota. Juntos, somos um oceano.
É isso que Mikey fez para salvar baleias. Você tem espaço em sua vida para se registrar para receber uma newsletter, mandar alguns emails e nos ajudar a acabar com essa atividade sangrenta?