Você está aqui:
Equipe fotografou corais, esponjas, lesmas do mar, salpas, grande variedade de peixes e até tubarões de águas profundas
Aumentar a ImagemEquipados com sofisticados equipamentos de imagem, inclusive um veículo de operação remota e uma câmera submarina, pudemos pesquisar partes do mar profundo nunca vistas antes por olhos humanos, inclusive corais, esponjas, grande variedade de peixes, lesmas do mar, salpas e até mesmo tubarões de águas profundas.
O líder de nossa intrépida expedição, Richard Page, que precisou superar o desapontamento de câmeras quebradas e veículos de operação remota que não funcionavam direito, ficou fascinado com o que descobrimos.
"Somente uma minúscula parte desta enorme extensão do Oceano Atlântico foi investigada. A exemplo do restante dos oceanos, estamos apenas começando a conhecer o que existe lá embaixo e o impacto que nos dá a sua sobrevivência."
"Cada registro ajuda a aumentar o nosso conhecimento sobre estes valiosos ecossistemas marinhos, e temos agora uma imagem de algumas regiões do fundo do mar muito mais detalhada do que tínhamos antes. Começa agora a análise detalhada", disse Frederico Cardigas, cientista marinho da Universidade dos Açores.
Durante a expedição, trabalhamos anteriormente com o Fundo Internacional para o Bem-Estar dos Animais (IFAW) e colaboramos numa pesquisa sobre observação de baleias na região. Apenas três meses depois de nossa chegada dos campos baleeiros do Oceano Austral, a equipe conseguiu demonstrar nos Açores o valor para o meio ambiente – sem contar o valor para a economia - da observação de baleias.
Fotografias de baleias individuais serão adicionadas ao catálogo regional “photo-id” dos Açores, gerenciado pelo IFAW.
E agora, Defensores do Oceano, para onde vamos? Fiquem ligados para a etapa seguinte, enquanto o Esperanza segue para o Mediterrâneo.